As 5 práticas da transformação

As 5 práticas da transformação são um conjunto de princípios escritos de maneira simples e que podemos praticá-los em nossas vidas, diariamente.

DOZE PASSOS DE DEVEDORES ANÔNIMOS

  1. Admitimos que éramos impotentes perante as dívidas, que tínhamos perdido domínio sobre nossas vidas.
  2. Viemos a acreditar que um Poder Superior a nós mesmos poderia nos devolver a sanidade.
  3. Tomamos a decisão de entregar nossa vontade e nossa vida aos cuidados de Deus, como nós O concebíamos.
  4. Fizemos um minucioso e destemido inventário moral de nós mesmos.
  5. Admitimos perante Deus, perante nós mesmos e perante outro ser humano a natureza exata de nossas falhas.
  6. Ficamos inteiramente prontos para que Deus removesse todos esses defeitos de caráter.
  7. Humildemente rogamos a Ele para remover nossas imperfeições
  8. Fizemos uma relação de todas as pessoas que tínhamos prejudicado e nos dispusemos a reparar os danos a elas causados.
  9. Fizemos reparações diretas dos danos causados a tais pessoas, sempre que possível, salvo quando faze-lo significasse prejudicá-las ou a outrem.
  10. Continuamos fazendo o inventário pessoal e, quando estávamos errados, nós o admitíamos prontamente.
  11. Procuramos, através da prece e meditação, melhorar nosso contato consciente com Deus, como nós O concebíamos, rogando apenas o conhecimento de Sua vontade em relação a nós e a forças para realizar essa vontade.
  12. Tendo tido um despertar espiritual por meio destes passos, procuramos levar esta mensagem aos devedores compulsivos e praticar estes princípios em todas as nossas atividades.

AS 12 TRADIÇÕES DE DEVEDORES ANÔNIMOS

  1. Nosso bem-estar comum deve vir em primeiro lugar; a recuperação individual depende da unidade de D.A.
  2. Para o grupo existe uma única autoridade que preside o nosso propósito comum – um Deus amoroso que Se expressa em nossa consciência coletiva. Nossos líderes são apenas servidores de confiança; eles não governam.
  3. O único requisito para ser membro de D.A. é o desejo de parar de fazer dívidas sem garantias.
  4. Cada Grupo é autônomo, exceto em assuntos que afetem outros Grupos ou a D.A. como um todo.
  5. Cada Grupo tem apenas um único propósito primordial – o de levar esta mensagem ao devedor que ainda sofre.
  6. Um Grupo de D.A. nunca deverá jamais endossar, financiar ou emprestar o nome de D.A. para nenhuma empresa, empreendimento ou instituição alheio à Irmandade, a fim de que problemas de dinheiro, propriedade e prestígio não nos desviem de nosso propósito primordial.
  7. Cada grupo de D.A. deverá ser absolutamente auto suficiente, recusando quaisquer doações de fora.
  8. Devedores Anônimos deverá manter-se sempre não profissional, embora nossos centros de serviços possam contratar funcionários especializados.
  9. D.A. nunca deverá ser organizado como tal; porém, nós podemos criar quadros de serviços ou comitês diretamente responsáveis perante aqueles a quem servem.
  10. Devedores Anônimos não tem opinião sobre nenhum assunto externo (alheio à Irmandade); o nome de D.A. nunca deverá ser envolvido em quaisquer controvérsias públicas.
  11. Nossa política de relações públicas se baseia na atração ao invés da promoção; precisamos sempre manter o anonimato pessoal na imprensa, rádio e filmes.
  12. O anonimato é o alicerce espiritual de todas as nossas Tradições, lembrando-nos sempre de manter princípios acima das personalidades.

OS 12 CONCEITOS PARA O SERVIÇO MUNDIAL DE D.A.

  1. A responsabilidade final e autoridade para Devedores Anonymous World Services deve permanecer sempre com a consciência coletiva de toda a nossa irmandade, como expressa através dos grupos de DA.
  2. Os grupos DA delegaram autoridade administrativa e operacional completo à Diretoria de Serviço Geral. Os grupos fizeram da Conferência a voz e consciência para a Irmandade inteira, com exceção para qualquer mudança nos Doze Passos, Doze Tradições e no artigo 10, as Garantias Gerais, da Carta de conferência.
  3. Como um meio tradicional de criar e manter uma relação de trabalho claramente definida entre o grupos, a Conferência Mundial de Serviço, e a Junta de Serviços Gerais de Devedores Anônimos: sugere-se adotar estes elementos dos serviços mundiais com um “Direito de Decisão” tradicional, a fim de garantir liderança eficaz.
  4. Ao longo da estrutura de nossa Conferência, mantemos em todos os níveis um “Direito de Participação”, tradicional garantindo uma representação de votação.
  5. Os direitos tradicionais de Recurso e Petição protegem a opinião da minoria e asseguram a consideração de queixas pessoais.
  6. A Conferência reconhece a responsabilidade administrativa principal da Junta de Serviços Geral de Devedores Anônimos.
  7. A Conferência reconhece que a Carta e os Estatutos do Conselho do Serviço Geral de Devedores Anônimos servem como documentos regentes e que os curadores têm direitos legais, enquanto que os direitos da Conferência são espirituais, enraizados nas Doze Tradições. Os conceitos não são instrumentos legais.
  8. A Administração da Junta de Serviços Gerais de Devedores Anônimos assume a liderança principal para assuntos maiores da política global, finanças e supervisão de custódia, e os delegados, autoridade para a gestão de rotina do Escritório de Serviços Gerais.
  9. Bons líderes, juntamente com métodos apropriados, para escolhê-los, em todos os níveis, são necessários. No nível de serviço global, o Conselho de Administração assume a liderança principal para DA como um todo.
  10. Toda a responsabilidade do serviço de DA deve ser igual a sua autoridade de serviço, conforme definido pela resolução, tradição, ou Carta promotoria.
  11. Enquanto os curadores manterem a autoridade final para a Administração do Serviço Mundial de DA, eles serão ajudados pelos melhores funcionários e consultores possíveis. Portanto, muita atenção e consideração sempre será dado à compensação, a seleção, a indução à rotação, serviço e atribuições para os direitos e deveres especiais para todos os funcionários com uma base adequada para determinar a compensação financeira.
  12. A Conferência de Devedores Anônimos observará o espírito das Tradições, tomando cuidado para não se tornar poderosa e rica, ter fundos operacionais suficientes com uma reserva prudente, não tendo autoridade sobre quaisquer outros membros; tomar decisões importantes para discutir e votar questões sempre que possível, substancial unanimidade; não agir de forma punitiva, não incitar a controvérsia pública, nunca realizar qualquer atos de governo e, finalmente, sempre mantendo democrática em pensamento e ação.

AS 12 FERRAMENTAS DE DEVEDORES ANÔNIMOS

  1. Abstinência: Nós praticamos abstinência não fazendo dívidas sem hipoteca (garantia) um dia de cada vez. Dívida sem hipoteca é qualquer dívida que não seja vinculada a nenhuma forma de bem, tal como um carro, uma casa, etc.
  2. Reuniões: Nós participamos de reuniões em que podemos partilhar nossa experiência, força e esperança, uns com os outros. a menos que passemos aos recém-chegados, o que temos recebido de DA, nós não podemos guardá-lo para nós mesmos.
  3. Manutenção de contas: Nós mantemos registros de nossa receita e gastos diários e da quitação de qualquer montante de nossas dívidas pendentes.
  4. Anonimato: Nós praticamos o anonimato, que nos permite a liberdade de expressão, com a certeza de que sabemos que o que é dito nas reuniões ou para outro membro de DA jamais será repetido.
  5. Usando o telefone e internet: Nós mantemos contato constante com outros membros de DA trocando os números dos nossos telefones ou mesmo e-mail. Nós habitualmente conversamos com um membro de DA antes e depois de tomar passos difíceis na nossa recuperação.
  6. Grupos de alívio de pressão e reuniões de alívio de pressão: Após haver adquirido alguma familiaridade com o programa de Da, nós organizamos reuniões de alívio de pressão formadas por nós mesmos e dois outros membros do grupo que se encontram abstinentes por, pelo menos, 3 meses e que geralmente tenham mais experiência no programa. O grupo se encontra em uma série de reuniões de alívio de pressão, para rever nossa situação financeira.
  7. Plano de gastos: A reunião de alívio de pressão normalmente resulta na formulação de um plano de gastos, colocando as nossas necessidades em primeiro lugar, e em um plano de ação para resolver nossas dívidas e tomar os primeiros passos rumo à solvência.
  8. Apadrinhamento: Muitos de nós achamos extremamente útil, escolher um padrinho ou madrinha no DA. O padrinho ou madrinha é um membro abstinente no DA, que normalmente tem mais experiência no trabalho de 12 passos. O padrinho ou madrinha nos ajuda a implementar noss plano de ação e a trabalhar os passos.
  9. Reuniões de serviços e negócios: Nós participamos das reuniões de serviços e negócios que acontecem mensalmente no DA. Muitos de nós temos sentimentos arraigados dizendo que “Negócios” não faz parte das nossas vidas, que é coisa para outros bem mais “Qualificados” que nós. No entanto, a participação quando ao andamento de nosso programa e grupo nos ensina como a organização funciona, e também nos ajudar a tornar-nos responsáveis pela nossa própria recuperação.
  10. Literatura do A.A: Nós estudamos a literatura dos Alcólicos Anônimos para fortalecer o nosso entendimento de doença compulsiva. Nós podemos nos identificar com muitas das situações descritas naquela literatura se substituirmos a palavra “álcool” por “endividamento compulsivo”
  11. Conscientização: Nós nos mantemos conscientes do perigo de endividamento compulsivo anotando detalhes de propaganda de bancos, financiadooras ou cartões de crédito, e através da leitura de notícias sobre seus efeitos.
  12. Serviço: Nós prestamos serviço em todos os níveis: pessoal, nas reuniões, Inter grupo e Escritório de Serviços Mundiais. Prestar serviço é vital para nossa recuperação. Somente através da prestação de serviços podemos passar aos outros, o que nos foi passado tão generosamente.

AS 12 PROMESSAS DE DEVEDORES ANÔNIMOS

  1. Onde uma vez nós sentimos desespero, nós experimentaremos uma nova esperança.
  2. A clareza substituirá a incerteza, nós saberemos intuitivamente como lidar com situações que costumavam nos desconcertar
  3. Nós viveremos dentro dos nossos meios, no entanto nossos meios não nos definirão.
  4. Nós começaremos a viver uma vida próspera, descarregada de medo, preocupação, ressentimento ou débito (dívida).
  5. Nós compreenderemos que nós nos bastamos, nós nos valorizaremos, assim como, valorizaremos nossas contribuições.
  6. O isolamento cederá lugar ao companheirismo, a fé deslocará o medo.
  7. Nós reconhecemos que há o bastante. Nossos recursos serão generosos e os compartilharemos com os outros e com o D.A.
  8. Nós evitaremos comparações com os outros, ciúmes e inveja desaparecerão.
  9. A aceitação e a gratidão substituirão arrependimento, auto piedade e vazio.
  10. Nós não temeremos mais a verdade, deixaremos de nos esconder na negação para viver em realidade.
  11. A honestidade guiará nossas ações no sentido de uma vida farta preenchida com significado e propósito.
  12. Nós reconheceremos um poder maior que nós mesmos como a fonte de nossa abundância; nós entenderemos que DEUS está fazendo por nós aquilo que não podemos fazer sozinhos.

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